Olinda


Olinda

Seu destino é Olinda? Então coloque no fundo da mala o casaco, o relógio e o “aperreio”! Agora, vista sua roupa mais leve, coloque sua sandalinha de dedo ou seu chinelão de trekking e vamos lá!


Conhecer Olinda é subir e descer ladeiras seculares, é sentir no rosto a brisa leve e morna e se deslumbrar com o quadro natural que mistura azul do céu, os verdes do mar e das árvores.

Olinda é isso e muito mais: arte, cultura, música, gastronomia, negócios... e um bem-estar que só vindo pra saber.

Além de sua beleza natural, Olinda é também um dos mais importantes centros culturais do Brasil. Foi declarada, em 1982, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Em 2005, Olinda foi eleita a primeira Capital Brasileira da Cultura.


Olinda é uma cidade que fica a 6 km do Recife, que é a capital do Estado de Pernambuco. Olinda foi fundada pelos portugueses em 1537, ocupada pelos holandeses de 1630 a 1654, resgatada pelos portugueses. O centro histórico tem cerca de 70 hectares e está sobre 7 colinas.


Olinda

Olinda é uma compacta cidade colonial, de ladeiras e ruas de pedras repleta de tradicionais mercados para compras.

Olinda tem notáveis exemplos de arquitetura do século XVI, XVII, XVIII e XIX incluindo a Basílica e Mosteiro de São Bento, fundado pelos monges em 1582. Em Olinda surgiu a primeira Faculdade de Direito e o movimento para a Declaração da Abolição da Escravatura. Na cidade vizinha Recife, a primeira sinagoga das Américas foi fundada em 1654, no período do Conde Maurício de Nassau. Em Olinda existem muitas casas do século XVII com sacadas, pesadas portas e brilhantes pinturas nas paredes. Em Olinda encontramos várias opções de lazer, de gastronomia e compras.


Voltar ao topo


História


Diz um mito popular diz que o nome Olinda teria a sua origem numa exclamação do português Duarte Coelho, o primeiro donatário da Capitania de Pernambuco: "Oh, linda situação para se construir uma vila!". Mas não se sabe de fato, do porquê do nome.


Olinda é uma das mais antigas cidades brasileiras, tendo sido fundada (ainda como um povoado) em 1535 por Duarte Coelho. Elevada a vila em 12 de março de 1537. Olinda foi a primaira capital de Pernambuco. Foi sitiada e incendiada pelos holandeses, que instalou a sua sede no Recife, então um porto de Olinda.


Após a expulsão dos holandeses, em 1654, quando os portugueses retomaram o poder e volta a ser capital de Pernambuco. Sendo em 1676 elevada à categoria de cidade, e em 1837 perde de vez o título de capital para o Recife.


Voltar ao topo


Monumentos


Aproximadamente um terço da área total de Olinda é tombada pelo patrimônio histórico. A preservação de seu sítio histórico começou na década de 1930, quando os principais monumentos foram tombados. A partir daí foram realizadas várias ações no sentido de preservar todo o patrimônio histórico, cultural e arquitetônico da cidade. O sítio foi declarado, em 1980, Monumento Nacional, pelo Congresso Nacional, e, em 1982, reconhecido como patrimônio mundial pela UNESCO.


A Catedral da Sé


Construída a partir de 1537, ainda como capela, dedicada a Jesus Cristo, o Salvador do Mundo, padroeiro da Cidade de Olinda, foi retratada por Franz Post, artista plástico que acompanhou o Conde Maurício de Nassau em sua comitiva de artistas e cientistas a Capitania de Pernambuco.


A Igreja da Sé, possui em sua nave central o túmulo do ex-arcebispo de Olinda e Recife, Dom Hélder Câmara, personalidade conhecida em todo o mundo católico, indicado 04 vezes ao Prêmio Nobel da Paz.


De se mirante podemos ver uma dasmais belos cartões postais de Olinda e Recife, banhadas e unidas pelos rios Capibaribe e Beberibe e o Oceano Atlântico.


Mosteiro de São Bento


O Mosteiro foi iniciado em 1597 e lá foi instalado o primeiro curso de direito do Brasil.


No espaço interno do mosteiro podem ser apreciadas peças de alto valor artístico, como sanefas de talha dourada, gradis de jacarandá, pinturas com episódios da vida de São Bento e retratos de velhos abades e mestres da Ordem Beneditina no país, além de um rico mobiliário. No claustro estão sepultados vários monges da abadia.


Igreja de São Bento


Sua construção do Século XVII, em estilo barroco, guarda em seu interior o altar-mor em madeira de cedro e inteiramente folheado a ouro, construído entre 1783 e 1786, sendo um dos exemplares mais belos e significativos de talha dourada no Brasil.


Restaurado em 2001, foi objeto de polêmica ao ser desmontado para ser exposto em Nova York, em 2002, como a atração principal da exposição Brasil de Corpo e Alma, realizada no Museu Guggenheim, retornando posteriormente ao seu local de origem. Sempre aos domingos é realizada missa em canto gregoriano que atrai muitos moradores e turistas.


Convento de São Francisco


O Convento de São Francisco é parte de um conjunto arquitetônico barroco de grande importância, incluindo a Igreja de Nossa Senhora das Neves, a Capela de São Roque, o claustro, a Capela do Capítulo e a sacristia. É encontrado em seu claustro, em suas capelas, Igreja e corredores um grande acervo de azulejaria do século XVIII. Os altares em talhas de madeira folheadas a ouro é exuberante.


Casario Histórico


O Casario de Olinda vai desde exemplares do Século XVI até o Século XX, com suas cores vibrantes. Recebeu influência da arquitetura portuguesa, como construções com sacada em pedra ou madeira, fachadas contíguas com grandes quintais, de árvores frutíferas frondosas, dando um realce de clima tropical.


Igreja do Carmo (Santo Antônio do Carmo)


Mais conhecida como Igreja do Carmo, a Igreja de Santo Antônio do Carmo fica numa suave colina, logo na entrada, abençoando aos que chegam. É a mais antiga Igreja da Ordem Carmelita em terras do Brasil, datando de 1580 e restaurada em 1720.


Mercado da Ribeira


O Mercado da Ribeira data do século 16, e durante muito tempo foi um local de vendas de escravos - o mais antigo do Brasil a resistir ao tempo. Hoje o local abriga lojas de artesanato. O Mercado fica no alto de um dos morros de Olinda, de onde se tem uma vista da Igreja da Sé e dos quintais arborizados da Cidade de Olinda.


Entre os suvenirs que podem ser encontrados por lá, estão peças de barro, artigos de renda, couro e palha. Do outro lado da rua estão as ruínas do antigo Senado de Olinda, de onde, em novembro de 1710, Bernardo Vieira de Melo deu o primeiro grito pela independência do Brasil.


Além do artesanato, de tempos em tempos o Mercado da Ribeira recebe eventos de música e cultura popular, sempre gratuitos. Durante o Carnaval, é um dos redutos mais frequentados.


Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos


Construída no Século XVII pela Irmandade do Rosário dos Homens Pretos, pertencente aos negros escravos, é a única, em Olinda, que possui galilé.


Voltar ao topo



Restaurantes


Oficina do Sabor


Seu proprietário, César Santos, sempre valorizou a culinária pernambucana e desenvolveu um estilo particular de recriar sabores com base em ingredientes regionais, como o jerimum, a carne de sol, a charque e a macaxeira.


Mourisco


Uma boa opção é o sobrado mourisco, uma construção do século XVII, que abriga o restaurante Mourisco e uma loja de artesanato local. Com uma arborização que o quintais de Olinda possui.


Restaurante Goya


Os propritários sãoartistas plásticos que decoram com seus próprios quadros a casa, transformada em galpão, com um mezanino. Os pratos têm forte cor local: lagosta e camarão na cachaça com macaxeira frita, filé de peixe com camarão na folha de bananeira, entre outros.


Kwetú


A chef é belga do Congo, e montou um cardápio com pratos que dão uma volta-ao-mundo na culinária exótica. Composto de samosas (pastéis indianos) ou dolmas (charutinhos marroquinos) ou de curry de frango com chutney de manga, um peixe ao molho de coco, limão e coentro ou um lombo com mostarda de Dijon. E à noite vale sentar a uma mesa no pátio à beira-mar.


Sítio das Artes Restaurante


Um espaco cercado pela natureza, instalado num casarão do século XVII e ocupando uma área de 780 metros quadrados, construído no Alto da Sé, bem conservado, onde o visitante, pernambucano ou de qualquer outro lugar do Brasil e do planeta, vai degustar uma boa gastronomia e apreciar artes.


Voltar ao topo


Compras


Além do Shopping Center Tacaruna, Olinda dispõe de imensa variedade de opções de compras nos seus ateliês e lojas de artesanatos.


Durante dez dias, que vai do fim de novembro ao início de dezembro, acontece em Olinda o Arte em Toda Parte, um festival de arte.


Ateliês


Apenas para citar alguns das dezenas de ateliês que encontra-se em Olinda: Amparo 71, Ana Santiago, Casa de Bajado, Espaço Cultural Bodega do Véio, Espaço Cultural Phenix de Olinda, Gilka Guimarães, Período Fértil, Severino Borges, Isa do Amparo, entre outros.


Voltar ao topo


Lazer


Bodega do Véio


À noite, vamos até à Bodega do Véio onde uma banda toca um chorinho na rua, um samba lentinho e um forrozinho. Com muita gente dançando, no meio da rua. Gente de todas as cores e jeitos: sentados no passeio, o turista, o novo, o velho, a mulher, o menino.


Pitombeira dos 4 Cantos


Sempre no Bar da Pitombeira tem algo tocando. Pode ser samba, afoxé ou coco de roda. Cervejinha gelada e muita gente dentro e fora do bar. Olinda é assim, rola tudo no meio da rua mesmo.


O Coco de Selma


Na Selma do Coco sempre tem coco de roda, que fica no Guadalupe. É coco a noite toda.


Casa da Rabeca do Brasil


A Casa da Rabeca do Brasil é um espaço cultural que acontece os maiores encontros de arte de cultura popular em Recife/Olinda. Lá tem forró, maracatu rural, e além do mais pode-se encontrar para vender rabecas (instrumento de corda) e gola de maracatu. Sempre aos sábados boas atrações e casa cheia. O espaço fica em um sítio na Cidade Tabajara.


Caldinho do Amigo Rogério


Onde a moçada se reúne. Fica logo na entrada de Olinda, na Praça do Carmo. Chegando aos domingos à tarde, já se vê uma multidão. É lá!


Farândola Barzinho Encantado


Um barzinho de gente tranqüila, com música ao vivo. Ambiente tranqüilo pra conversar e namorar.


Voltar ao topo


Negócios e Eventos


Centro Convenções de Pernambuco


Trata-se do maior centro de negócios e eventos do Nordeste e terceiro do País, situado no cruzamento entre Olinda e Recife.


Possui um Pavilhão de Feiras com quase 20 mil m2 de área climatizada, sendo área total para exposição de 26 mil m2.


Recentemente, também foram requalificados os camarins dos teatros, que estão com novos boxes, balcão em granito, nova iluminação cênica, espelhos e um lounge totalmente moderno. O Cecon tem capacidade para receber mais de cinco mil pessoas sentadas em três Teatros, quatro auditórios, 13 salas de reunião, mais nove salas no espaço cultural. Aliás, o Teatro Guararapes é um dos espaços com melhor acústica do país e capacidade para 2,4 mil pessoas. A excelência do equipamento faz do Estado um lugar de destaque em turismo de negócios e eventos, com o Centro de Convenções perto do centro da cidade e a apenas 12km do aeroporto.


O Centro de Convenções de Pernambuco presta diversas homenagens à cultura do Estado. Internamente, todas as suas salas são batizadas com nomes de escritores locais conceituados como Ascenso Ferreira, Mário Melo e Pereira da Costa. Há também salas que guardam a memória de revolucionários como, Frei Caneca, e heróis da Restauração, como Felipe Camarão e Vidal de Negreiros.


Os nomes foram escolhidos propositadamente para registrar nas dependências do Centro de Convenções a história de Pernambuco. A idéia era despertar no turista e no congressista o valor da cultura pernambucana. É tanto que o próprio desenho do Cecon faz uma referência ao Leão do Norte, como o Estado era conhecido, no desenho da infra-estrutura projetada externamente na forma de duas patas do animal.


Voltar ao topo